Entrevistas
“Optimized outcomes in IBD” foi o tema do Simpósio promovido pela Takeda, no segundo dia da Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019. Enquanto palestrante convidado esteve o Dr. Bruce Sands, que abordou o tema do tratamento de doentes com doença de Crohn e colite ulcerosa. Em entrevista ao My Gastrenterologia, o especialista afirmou que “o primeiro tratamento administrado ao doente é o mais importante”, destacando esta ideia como uma das mensagens-chave da sessão. Assista ao vídeo.
A monitorização da medicação terapêutica tem por base a medição dos “valores de anticorpos usados para fins terapêuticos, em combinação com a medição de anticorpos contra esses medicamentos”. Como explicou, em entrevista, o Prof. Doutor Uri Kopylov, este processo pode ser realizado segundo duas diferentes abordagens: proativa e reativa. Enquanto uma atua numa fase inicial, outra tenta ajustar os valores medicamentosos durante a sua terapêutica. Assista às declarações do especialista ao My Gastrenterologia.
“Tanto nas estenoses do trato digestivo inferior, como nas estenoses do trato digestivo superior, a dilatação endoscópica deverá ser sempre uma opção considerada”. Quem o afirmou foi a Prof.ª Doutora Susana Lopes, do Centro Hospitalar São João, em declarações ao My Gastrenterologia. De acordo com a especialista, esta é uma técnica “facilmente acessível, que não necessita de muita prática e pode ser feita logo na altura da endoscopia de diagnóstico”. Assista ao vídeo da entrevista.
A ecografia é um “método barato”, “bem aceite pelos doentes” e que “pode ser usado quantas vezes se queira, porque não apresenta qualquer carga radiológica”. Em entrevista ao My Gastrenterologia, o Prof. Doutor Francisco Portela enumerou as razões pelas quais este recurso deveria ser mais utilizado nos doentes com doença inflamatória intestinal (DII), procurando com isso “chamar a atenção para as potencialidades da ecografia” e, posteriormente, promover a sua utilização mais frequente. Assista ao vídeo.
Tendo em conta os “antecedentes de sucesso das reuniões anteriores e da excelência do seu programa”, as expectativas para a edição deste ano da Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) “são grandes”. As palavras são do próprio presidente do Grupo, Dr. Luís Correia, que destaca a esperada “comparência de mais de 350 participantes”.
Um dos temas em foco no primeiro dia da Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019 disse respeito à vigilância dos doentes com doença inflamatória intestinal (DII), nomeadamente no que toca ao método endoscópico. Em declarações ao My Gastrenterologia, a Dr.ª Joana Castela, do IPO Lisboa, salientou a mudança de paradigma na abordagem destes doentes, provocada pelo surgimento de novos métodos de diagnóstico. Assista ao vídeo.
O início da Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019 ficou marcado pelo workshop inteiramente organizado pelo Young-GEDII, que decorreu sob o tema “How to interpret a scientific article”. Com momentos teóricos e práticos, a iniciativa envolveu profissionais “mais novos, que são mais sensíveis a este tema porque tiveram formação há menos tempo” e “mais velhos, que trazem a sua própria experiência para a discussão”. Assista ao vídeo da entrevista ao My Gastrenterologia do Prof. Doutor Pedro Pereira Rodrigues, docente da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP).
Daqui a pouco mais de duas semanas, no dia 26 de janeiro, a Reunião Monotemática da SPG 2019 chega ao Centro Cultural de Belém, em Lisboa, para abordar o cancro digestivo. Em entrevista ao My Gastrenterologia, a Prof.ª Doutora Marília Cravo, da comissão organizadora do encontro, destaca a importância desta reunião multidisciplinar, que pretende constituir-se como uma sessão de formação nesta área. Assista ao vídeo da entrevista.
O próximo ano arranca com a Reunião Monotemática da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia 2019, a decorrer no dia 26 de janeiro, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. Como explica o presidente do evento, Prof. Doutor Rui Tato Marinho, o programa tem como foco o cancro digestivo, procurando discutir o papel do gastrenterologista na sociedade e na Medicina em geral. Assista ao vídeo da entrevista.
A Associação SOS Hepatites apoiou mais de 16 mil pessoas, entre doentes, familiares e amigos. Em entrevista ao My Gastrenterologia, a presidente da Associação, Emília Rodrigues, destaca a importância de "mudar mentalidades", de forma a ajudar na prevenção e no tratamento da hepatite C. Assista ao vídeo da entrevista que decorreu no âmbito do lançamento do livro "Hepatite C - O Futuro Começou Aqui", em Lisboa, a 7 de dezembro.


