Entrevistas
“A imunoterapia está a revolucionar o tratamento do cancro, nomeadamente nos cancros que apresentam elevada carga mutacional”. Quem o afirmou foi o Prof. Doutor Bruno Silva-Santos. Em entrevista ao My Gastrenterologia, durante a Reunião Monotemática da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG) 2019, o especialista do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes salientou o “grande desafio” que se regista no cancro digestivo, no que a este método diz respeito, uma vez que os doentes com carga mutacional são ainda uma minoria. Assista ao vídeo.
A abordar as neoplasias da junção esófago-gástrica na Reunião Monotemática da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG) 2019 esteve a Dr.ª Susana Mão de Ferro, do IPO Lisboa. A escolha do tema recaiu no facto de estas serem “neoplasias cuja incidência tem aumentado nos países ocidentais, incluindo em Portugal”. Assista ao vídeo da entrevista ao My Gastrenterologia.
A Reunião Monotemática da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG) 2019 vai decorrer já neste sábado, dia 26 de janeiro, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, sob o tema do cancro digestivo, que representa “cerca de 1/3 de todos os cancros em Portugal”. De acordo com o Prof. Doutor Rui Tato Marinho, presidente do encontro, “esta é uma nova era em Oncologia”, área em que os gastrenterologistas desempenham um papel muito importante, procurando “aprender e colaborar” com outras especialidades. Assista ao vídeo da entrevista ao My Gastrenterologia.
Durante a Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019, o Prof. Doutor Fernando Magro foi distinguido com o título de Membro Honorário do GEDII, após desempenhar função enquanto presidente durante três anos. O reconhecimento foi recebido com “muito gosto” e de forma “surpreendente”. O especialista fundou, chefiou e expandiu o grupo, liderando a investigação e divulgação no campo da doença inflamatória intestinal (DII). Assista ao vídeo da entrevista ao My Gastrenterologia.
As novas moléculas foram um tema trazido para discussão durante a Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019, a cargo do Prof. Doutor Edouard Louis, da Bélgica. Como afirmou ao My Gastrenterologia, este novo método “é importante porque as moléculas de que dispomos atualmente não são suficientes para tratar todos os doentes”. Assista ao vídeo da entrevista.
“Podemos dizer, sem complexos nem timidez, que o evento foi um grande sucesso”. As palavras foram do presidente da Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019, Dr. Luís Correia. Em entrevista ao My Gastrenterologia, o especialista fez um balanço do evento, que “seguiu a trajetória de reuniões anteriores”, ainda que se superando em alguns aspetos. Assista ao vídeo.
Relativamente à utilização dos biossimilares, a sua principal vantagem é económica. Quem o afirmou foi a Dr.ª Paula Ministro, em declarações ao My Gastrenterologia. Como explicou durante a mesa-redonda subjacente ao tema, que decorreu no último dia da Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019, “estas moléculas provaram ter qualidades farmacocinéticas e farmacodinâmicas iguais às moléculas originais”. Assista ao vídeo.
Atualmente, “uma das armas que existem para combater os elevados custos associados à terapêutica com medicamentos biológicos” são os biossimilares. Em entrevista ao My Gastrenterologia, o Prof. Doutor João Gonçalves, docente na Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa (FFUL), garantiu que esta é uma forma de contornar a questão económica, sem perder a qualidade dos tratamentos. Assista ao vídeo.
A abordagem proativa na monitorização da medicação terapêutica foi um dos temas em cima da mesa durante a Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019. O Prof. Doutor Filip Baert declarou ao My Gastrenterologia que, “atualmente, quando não se fazem testes proativos, perdem-se peças essenciais de informação”. Estes permitem “prevenir a perda de resposta aos medicamentos e criar uma situação mais segura para o doente”. Assista ao vídeo.
Durante o terceiro e último dia da Reunião Anual do Grupo de Estudo da Doença Inflamatória Intestinal (GEDII) 2019, a Prof.ª Doutora Hera Vlamakis foi a convidada escolhida para falar sobre um projeto que está a ser realizado no âmbito do microbioma humano. De acordo com a especialista do Broad Institute of Harvard and MIT, nos Estados Unidos da América, este estudo permite validar experiências e perceber como se desenvolve esta temática no que à doença inflamatória intestinal (DII) diz respeito. Assista ao vídeo da entrevista ao My Gastrenterologia.


