Entrevistas
“Distúrbio vascular porto-sinusoidal” foi o título da sessão apresentada pelo Prof. Doutor Filipe Nery caracterizando a doença como “uma entidade pouco reconhecida pela maior parte dos clínicos”. Terminada a mesa-redonda, na qual participou e em que o tema principal foi as doenças vasculares hepáticas, o internista e perito em Hepatologia no Centro Hospitalar Universitário do Porto partilhou os aspetos mais importantes da sua intervenção. Assista ao depoimento.
“Atualmente, conseguimos ter terapêuticas que eliminam o vírus de hepatite C do doente em quase 100 % dos casos.” Quem o afirma é o Prof. Doutor Armando Carvalho, do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, em entrevista, sobre a sua conferência “Hepatite C: Uma História de Sucesso”. O que não faltou foram mensagens de sucesso sobre a descoberta, o diagnóstico, o tratamento e a possível erradicação desta patologia, que está perto de ser um caso de sucesso. Assista ao vídeo.
A presidente do 18.º Congresso Nacional de Cancro Digestivo, Dr.ª Anabela Barros, fez o balanço do evento. No final, a especialista frisou, em entrevista, os seus destaques e mostrou satisfação no sucesso que marcou a reunião.
Portugal foi convidado a integrar o Grupo de Amigos da ONU para eliminar a hepatite, criado com o objetivo de alertar para “um assunto extremamente importante de saúde pública”. O Prof. Doutor Rui Tato Marinho, diretor do Programa Prioritário das Hepatites Virais da Direção-Geral da Saúde, destacou que, entre a guerra, os problemas económicos, a SIDA, o monkeypox, a malária ou a tuberculose, este é o momento de “chamar a atenção dos decisores políticos mundiais” para as hepatites. Assista à entrevista.
Como assegurar o sucesso da transição dos cuidados pediátricos para os adultos? Esta resposta está ainda por esclarecer e foi tema de debate na Reunião Get Together. É um assunto “muito importante”, mas “não está muito bem definido”, em Portugal. Nesse sentido, a equipa procura “organizar e harmonizar esta transição”. A Dr.ª Luísa Glória marcou presença no encontro, partilhando as suas reflexões do Grupo de Trabalho da Síndrome do Intestino Curto – Falência Intestinal Crónica sobre esta transição. Assista à entrevista.
Com cerca de um ano de existência, a Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia criou o Grupo de Trabalho da Síndrome do Intestino Curto – Falência Intestinal Crónica, sendo por isso já uma equipa que reúne profissionais de saúde de diferentes especialidades. O Prof. Doutor Jorge Fonseca destacou o papel deste grupo, na Reunião Get Together. Veja a entrevista.
Num país “tão pequeno”, como Portugal, mas “com tanta diversidade à imagem do intestino curto”, pretendeu-se chegar a um consenso nesta reunião Get Together. O Dr. Miguel Fróis Borges, cirurgião geral, do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, palestrou sobre a “Estratégia de referenciação: a importância da experiência na gestão dos doentes com falência intestinal crónica” e destacou, em entrevista, que não há muitos registos. Assista ao vídeo.
“O fármaco teduglutido vai permitir os doentes “adquirirem autonomia intestinal e tornarem-se independentes da Nutrição Parentérica ou apenas com uma redução significativa. A Dr.ª Susana Corujeira, pediatra, no Centro Hospitalar Universitário de São João, partilha em entrevista, sobre a sua sessão “Inovação na Síndrome do Intestino Curto”, na Reunião Get Together. Sabe-se ao momento que é “uma arma terapêutica inovadora”, de tratamento contínuo até à fase adulta e por tempo indeterminado. Assista ao vídeo.
“Nos últimos 20 anos, estes doentes com falência intestinal têm sobrevivido e sabemos que os jovens que têm a patologia vão chegar à fase adulta.” Quem o afirma é o Dr. Miguel Correia, pediatra do Hospital Dona Estefânia, sobre o mote da sua sessão “Da Pediatria aos cuidados de adultos: como assegurar o sucesso da transição”, na Reunião Get Together. Estes doentes vão atingir a maioridade e vão precisar de um processo de transição. Assista ao vídeo.
A diferença de apoio em Portugal entre o doente com síndrome do intestino curto pediátrico e a síndrome do intestino curto do adulto foi destacado pelo Dr. António Oliveira, cirurgião do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, em entrevista, sobre a sua sessão “Os desafios na criação de uma equipa multidisciplinar”, na Reunião Get Together. Assista ao depoimento.


