“O sucesso futuro da terapêutica antibacteriana oral e tópica pode depender de novas classes com baixo potencial para induzir ou selecionar resistência”, quem o diz é a Dr.ª Cristina Claro, especialista em Dermatologia Pediátrica no Hospital Egas Moniz. A resistência a antibióticos tem vindo a aumentar em todo o mundo e está associada ao uso excessivo e inadequado de antibióticos, ao não cumprimento do tratamento e ao uso de agentes com menor atividade bactericida.
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