Cerca de 40 % da população portuguesa não tem acesso a oferta publicamente financiada para a realização de endoscopias gastrenterológicas no concelho de residência. A situação é particularmente preocupante nos 20 municípios com maiores rácios de óbitos por doenças do aparelho digestivo, onde não existe qualquer unidade com convenção com o Serviço Nacional de Saúde (SNS), assegura um relatório da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) relativo aos anos de 2022 e 2023.
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