Segundo um estudo prospetivo, os doentes com COVID-19 encontram-se em menor risco de obstipação e fezes duras, e maior risco de síndrome do intestino irritável durante os 12 meses após a infeção. O mesmo estudo demonstra que os doentes hospitalizados com COVID-19 tiveram um modesto aumento do risco de sintomas gastrointestinais a longo prazo e síndrome do intestino irritável (SII) versus os controlos não-infetados (Marasco G, et al. Gut. 2023).
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